segunda-feira, 23 de março de 2009

TERÇA É DIA DE FUTEBOL

sobforteemocao1_12 O Sindiprofarn já iniciou o seu futebol 2009, toda a terça-feira a noite no Clube da Caern a partir das 21:00 horas. Vamos disponibilizar no neste blog um local para a resenha do futebol.

terça-feira, 10 de março de 2009

MERCADO É PROMISSOR PARA REPRESENTANTES DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

img1_artigos A indústria farmacêutica emprega no Brasil cerca de 20 mil representantes. De acordo com o Sindicato dos Propagandistas e Vendedores de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio de Janeiro (Sinproverj), o mercado de trabalho para esses profissionais está em ascensão, devido à chegada de novos laboratórios.

O propagandista é presença constante em consultórios médicos. Percebido através da sua mala repleta de amostras de medicamentos, ele é responsável por levar informações sobre as inovações dos laboratórios para a classe médica. Dessa forma, o representante desempenha papel importante na atualização científica dos profissionais de saúde.

O piso salarial da categoria é de R$ 2 mil (para estagiários) podendo chegar a R$ 7,5 mil (efetivos). Entre os benefícios estão plano de saúde, previdência privada e até carro da empresa. Estudantes universitários ou profissionais de qualquer área podem atuar no setor que, em muitos casos, não exige formação específica ou experiência anterior.

Curso

Para aqueles que desejam capacitação nesta área, a Universidade Estácio de Sá oferece o Curso de Formação de Representantes para Indústria Farmacêutica. O professor André Reis possui mais de 20 anos de experiência como executivo de marketing das principais indústrias farmacêuticas do Rio de Janeiro. Ao longo do curso os alunos terão aulas teóricas sobre: anatomia e fisiologia do corpo humano, conceitos de marketing aplicados ao setor, análise de material promocional; e também aulas práticas como simulação da visita médica e técnicas de oratória e improvisação. O curso se inicia em 4 de abril.

Fonte: SnifBrasil

segunda-feira, 9 de março de 2009

Indústrias farmacêuticas anunciam fusão bilionária

Merck e Schering-Plough, dos EUA, irão se fundir.
Transação terá custo total de US$ 41,1 bilhões.

Os conselhos de administração dos grupos farmacêuticos americanos Merck e Schering-Plough anunciaram nesta segunda-feira (9) a conclusão de um acordo para uma fusão, em uma transação que envolve troca de ações e pagamento em dinheiro, por um total de US$ 41,1 bilhões.
Segundo as companhias, cerca de 44% do pagamento será feito em dinheiro e 56% em ações. Da porção em dinheiro, US$ 9,8 bilhões virão de recursos próprios, enquanto US$ 8,5 bilhões serão financiados pelo banco J.P. Morgan.
A nova empresa terá o nome de Merck ao fim da transação, que foi aprovada por unanimidade pelos conselhos de administração das duas gigantes, segundo um comunicado conjunto.
O acordo determina que os acionistas da Schering-Plough receberão 0,5767 ação e US$ 10,50 em pagamento por cada ação da Schering-Plough.
Cada ação da Merck se transformará automaticamente em uma ação da empresa combinada, da qual os atuais acionistas da Merck terão 68% e os da Schering-Plough, 32%.
Após a fusão das duas gigantes, cujo volume de negócios combinado chegou a US$ 47 bilhões em 2008, a Merck espera economizar custos depois de 2011 da ordem aproximada de US$ 3,5 bilhões anuais.
"Damos nascimento a um sólido líder mundial no setor do atendimento da saúde, destinado a ter êxito e a gerar um crescimento duradouro", afirmou o presidente da Merck, Richard Clark.

Fonte: Portal G1

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Grupo Sanofi-Aventis negocia aquisição da brasileira Medley

A Medley, líder na fabricação de medicamentos genéricos no país, negocia a venda de seu controle ao laboratório francês Sanofi-Aventis.

A crise de liquidez, com o encarecimento do crédito e a escassez de linhas de financiamento para capital de giro, nos últimos meses, obrigou a família Negrão, dona da Medley, a acelerar a busca de alternativas para o negócio, segurou apurou o Valor com pessoas familiarizadas com a transação.

A expectativa é que o negócio seja anunciado em breve, segundo disseram essas pessoas. Mas a negociação, segundo essas fontes, ainda depende de certas condições, como o acerto quanto ao preço e a separação de alguns ativos problemáticos.

A venda do controle da empresa, com sede em Campinas, no interior de São Paulo, pode superar os R$ 500 milhões, uma cifra inferior ao exigido pelos controladores no passado quando desejavam receber R$ 1 bilhão.

O laboratório brasileiro Aché, que demonstrou interesse recente em aumentar sua posição no segmento de genéricos, chegou a conversar com a Medley, mas perdeu a disputa para o grupo francês. O banco suíço UBS assessora a Medley.

Procurada, a Medley disse que não se pronunciaria sobre o assunto. A assessoria da Sanofi-Aventis no país nega a informação.

Não é a primeira vez que Alexandre Negrão, piloto campeão de stock car, tenta encontrar uma solução para sua empresa. O controle da Medley chegou a ser negociado no passado ao mesmo tempo em que a empresa se estruturava internamente - profissionalização da gestão, auditorias externas e adoção de programas de gestão SAP - para tentar abrir seu capital.

Mas a crise mudou os planos. Jairo Yamamoto, presidente da Medley desde 2001 e um ex-executivo do Banco do Brasil, passou os últimos meses em silêncio tentando reduzir a dependência de recursos de terceiros, de bancos considerados de segunda linha, que vinham alavancando as vendas do laboratório.

A desvalorização do real também encareceu a compra de princípios ativos, a matéria-prima dos genéricos que é importada principalmente da China a Índia. Como se tratam de produtos de alta concorrência, o aumento nos custos acabam por reduzir as margens de lucro.

Para a Sanofi-Aventis, a compra pode recolocar a empresa à liderança do mercado farmacêutico brasileiro em vendas ao varejo, posição perdida no ano passado para o EMS, outro laboratório brasileiro, forte em genéricos.

A Sanofi, maior farmacêutica europeia, que procura incessantemente substitutos aos seus medicamentos que perderão patente e ao fracasso do Acomplia, a droga contra obesidade, retirada do mercado mundial, em razão de seus efeitos colaterais, assumiria um terço do mercado de genéricos, o de maior crescimento no Brasil.

Na semana passada, o principal executivo da Sanofi, Chris Viehbacher, que veio da GlaxoSmithKline no ano passado para diversificar e expandir as operações do laboratório francês, declarou que a empresa dedicaria esforços para manter uma posição de liderança em mercados emergentes, como o Brasil.

A linha de genéricos da Sanofi, com a marca Winthrop, tem menos de 20 produtos no Brasil e deve ser engordada com duas centenas de medicamentos da Medley, além dos canais de distribuição no varejo. Os genéricos funcionam iguais aos medicamentos de referência, porém não possuem proteção de patente e, portanto, costumam custar mais baratos.

Se a compra for concretiza, Viehbacher deverá deixar o negócio de genéricos independente às decisões da matriz, mas fazendo alguns ajustes na gestão da empresa. Fatalmente, dizem fontes do setor, a política de vendas da Medley, sustentada por prazos longos junto aos distribuidores, será modificada, o que poderá reduzir os descontos dos genéricos nas farmácias.

Com a Medley, que fatura cerca de R$ 800 milhões, as receitas da Sanofi, cujas vendas somaram R$ 1,6 bilhão em 2008, chegariam a R$ 2,3 bilhões no Brasil, acima até do resultado obtido pela subsidiária brasileira da Pfizer com a recente compra da Wyeth.

A Medley, marca adotada em 1996, em substituição ao polêmico Instituto Químico de Campinas (IQC), começou a produzir genéricos em 2000, com apoio da política oficial do governo federal. Em poucos anos, deixou as 40ª posição do ranking para figurar entre os maiores laboratórios do país. Em dezembro, ficou na terceira posição entre todos os laboratórios, atrás do EMS e da Sanofi.

O laboratório também patrocina atletas, alguns em modalidades esportivas praticadas por deficientes físicos (basquete sob rodas, tênis para cadeirantes). Mas os maiores gastos são realizados no automobilismo, principalmente nas atividades da família Negrão, que nunca deixou de ostentar sua paixão por carros.

Fonte: Valor Online

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Genéricos vão entrar em mercado de R$ 750 mi

Um extenso levantamento realizado pela Pró-Genéricos, a entidade que reúne os fabricantes de medicamentos genéricos no Brasil, mostra que, nos próximos três anos, vão vencer patentes de 17 remédios no país, que hoje faturam pelo menos R$ 750 milhões.

Quando a patente expira, os medicamentos de marca têm grande parcela das vendas afetadas pela competição com os genéricos, remédios equivalentes, porém mais baratos. A maioria dos vencimentos de patente ocorrerá em 2010, quando 12 drogas perderão a proteção.

Na lista compilada pela Pró-Genéricos, obtida com exclusividade pelo Valor, estão medicamentos conhecidos como o Lipitor, o remédio mais vendido no mundo, utilizado para o controle dos níveis de colesterol; o Viagra, a famosa pílula azul contra impotência sexual; o anti-hipertensivo Diovan, um dos comprimidos que mais faturam no país, e o antipsicótico Zyprexa, um remédio com grande vendagem para governo.

Essas marcas pertencem às grandes multinacionais farmacêuticas como Pfizer, Novartis e Eli Lilly. São alvos de cobiça dos laboratórios de genéricos. Antes mesmo de terminar o prazo legal de proteção da patente, que dura 20 anos, os fabricantes já estão prontos para colocar as versões genéricas no mercado. Assim que cai a exclusividade obtida com a proteção intelectual, o genérico entra no mercado. E os preços tendem a cair.

"O valor de R$ 750 milhões é uma estimativa dos dados auditados no varejo farmacêutico. O número pode ser maior", explica o presidente da Pró-Genéricos, Odnir Finotti. "Faltam incluir, por exemplo, as vendas para governos federais, estaduais e municipais, mas o acesso a essas informações é limitado." Segundo estimativas da Pró-Genéricos, o Lipitor, que pertencem à Pfizer, representa cerca de R$ 250 milhões do total de R$ 750 milhões. A aquisição da americana Wyeth pela Pfizer por US$ 68 bilhões, nesta semana, foi interpretada por especialistas como uma forma de a empresa compensar a perda futura de receita do Lipitor com o fim de sua patente. A Wyeth é dona de um grande "pipeline" de medicamentos lucrativos no segmento de biotecnologia.

Com tanto interesse econômico por trás, os laboratórios de genéricos e multinacionais travam disputas legais em defesa dos interesses de cada segmento. "Os laboratórios multinacionais tentam esticar o prazo de validade de suas patentes", diz Finotti. Segundo ele, esse é o caso do Lipitor. Para a entidade de fabricantes de genéricos, o vencimento da patente do Lipitor no país já tem data marcada e a acontece ainda neste ano, em agosto. Para a Pfizer, dona da marca, o vencimento ocorre apenas em dezembro de 2010.

Alegando que a Pfizer "abandonou" a patente do Lipitor no país, antes de buscar uma validação como ocorreu nos EUA, a Pró-Genéricos diz que a lei brasileira não reconheceu esse tipo de mecanismo. "O INPI (o órgão brasileiro de proteção intelectual) entrou com processo na Justiça contra a intenção da Pfizer de esticar o prazo", disse.

Segundo a Pfizer, uma decisão judicial foi dada de forma definitiva corrigindo o prazo da patente que cobre a atorvastatina, o princípio ativo do Lípitor. Ainda de acordo com o laboratório, há uma ação visando cancelar a decisão do Tribunal Regional Federal que corrigiu a data de validade da patente, mas não há decisão sobre esse assunto.

Fonte: Valor Online

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

IND.FARMACÊUTICA: Pfizer torna-se a maior biofarmacêutica

A Pfizer e a Wyeth anunciaram hoje um acordo em que a Pfizer adquire o laboratório Wyeth em uma transação de aproximadamente US$ 68 bilhões. "A combinação da Pfizer e Wyeth é uma oportunidade de transformar nossa indústria, que resultará na maior companhia biofarmacêutica do mundo", declara Jeffrey Kindler, CEO da Pfizer.

"A nova companhia será líder em saúde humana, animal e produtos de consumo. No mundo todo, ofereceremos aos pacientes um portfólio extremamente diversificado e inovador", destaca.

De acordo com o comunicado da empresa, a aquisição da Wyeth traz grandes avanços em prioridades que a Pfizer tem buscado nos últimos anos, como aumentar o portfólio de produtos de linha e pipeline. A Pfizer poderá ainda destacar-se no mercado de bioterapêuticos e vacinas; promover o crescimento em mercados emergentes; criar novas oportunidades para produtos maduros; além de investir em negócios complementares.

A combinação das duas companhias oferecerá produtos para cada fase da vida, com produtos inovadores em diversas áreas terapêuticas, como: cardiovascular, oncologia, saúde da mulher, sistema nervoso central, doenças infecciosas em uma linha que inclui 17 produtos com mais de US$ 1 bilhão cada em receitas anuais.

A Pfizer torna-se a segunda maior provedora de tratamentos complexos, incluindo: o líder mundial de Enbrel (medicamento biológico para psoríase e doenças reumáticas); Prevenar (para doenças pneumocócicas em bebês e crianças), a vacina mais vendida no mundo; Sutent para o tratamento de câncer de rim e GIST; Geodon para esquizofrenia; e o antibiótico Zyvox para infecções.

A companhia explica ainda que a transação faz da Pfizer líder mundial em saúde animal, que une a sua linha de produtos para bovinos, suínos, aves e animais de companhia ao portfólio da Fort Dodge - uma das divisões da Wyeth.

Além disso, a nova companhia será a maior investidora em pesquisa e desenvolvimento do mundo, nas principais plataformas científicas como vacinas, pequenas e grandes moléculas, produtos de consumo (OTC) e nutrição.

A aquisição também resulta em um forte pipeline de biofarmacêuticos, incluindo programas em diabetes, inflamação e imunização, oncologia e dor. Há ainda significativas oportunidades no pipeline da Wyeth em doença de Alzheimer - que possui vários compostos em desenvolvimento, assim como o bapineuzumab.

A companhia resultante da aquisição trabalhará em unidades de negócios. Cada uma delas supervisionará o produto desde o desenvolvimento e estudos clínicos até a comercialização, operando de forma individualizada. Esse formato agilizará tomadas de decisão e potencializará o uso de recursos, aumentando a capacidade de investir em oportunidades de longo prazo. Com a negociação, haverá também o aumento da qualidade e capacidade de produção, incluindo a fábrica da Wyeth em Grange Castle, na Irlanda, a maior produção integrada de biotecnológicos no mundo.

Geograficamente, a combinação da Pfizer e Wyeth acentuará a presença da nova empresa em importantes regiões. De acordo com dados do IMS Health, a nova companhia será líder em receitas de biofarmacêuticos nos Estados Unidos, com aproximadamente 12% de market share; na Europa terá 10% desse mercado; aproximadamente 7% do mercado asiático; 6% no Japão e também 6% no mercado latinoamericano.

A presença será significativa em mercados emergentes com grande crescimento, como América Latina, Oriente Médio e China - onde a Wyeth tem atuação marcante com produtos nutricionais infantis, enquanto a Pfizer é reconhecida como líder em farmacêuticos.

Fonte:Redação - InvestNews

IND.FARMACÊUTICA: Bristol reverte prejuízo e ganha US$ 1,24 bi

Deixando de lado a crise financeira mundial, o grupo farmacêutico norte-americano Bristol-Myers Squibb anunciou hoje que reverteu prejuízo e registrou ganhos no quarto trimestre de 2008. A companhia obteve um lucro líquido de US$ 1,24 bilhão (US$ 0,63 por ação), frente a uma perda de US$ 89 milhões (US$ 0,05 por ação).

Em 2008, o lucro da farmacêutica atingiu US$ 5,24 bilhões (US$ 2,65 por ação), com crescimento de 142%, quando comparado com a mesma época de 2007, que reportara US$ 2,16 bilhões (US$ 1,10 por ação).

As vendas líquidas somaram US$ 5,24 bilhões de outubro a dezembro de 2008 e, nos doze meses do ano anterior, as vendas atingiram US$ 20,59 bilhões.

Fonte: Redação - InvestNews